SSPDS divulga novas informações sobre tio que estuprou 11 menores na zona rural de Banabuiú

Região Central: a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS-CE) divulgou em nota enviada à imprensa na tarde desta terça-feira (6), novos detalhes sobre o caso em investigação de um homem apontado como o principal suspeito de cometer uma série de estupros contra 10 crianças e um adolescente na zona rural de Banabuiú. O homem é tio de primeiro e segundo grau de nove das 11 vítimas.
Conforme a SSPDS o suspeito tem 33 anos.

Ele foi detido por equipes da Polícia Civil ainda na noite da última segunda-feira (5) na própria casa, após ter decretado um mandado de prisão preventiva. Ele encontra-se recolhido na Delegacia Regional de Polícia Civil (DRPC) de Quixadá. A Polícia Civil informou que abriu uma investigação contra o homem para apurar outros possíveis delitos cometidos por ele na região.

A SSPDS detalhou como os crimes aconteciam: “o suspeito aproveitava a proximidade com as vítimas e oferecia um aparelho celular para as crianças jogarem, e assim, praticar os delitos”, disse a Secretaria em nota. O fato foi noticiado através de um Boletim de Ocorrência (BO) registrado por conselheiros tutelares.

Os crimes foram descobertos porque uma das crianças contou a sua mãe. Como eram parentes, num primeiro momento a mulher teria se negado a acreditar. Ela teria procurado outras irmãs e relatado a revelação da filha. Foi quando se surpreendeu ao descobrir que as outras crianças também contavam o mesmo episódio para as respectivas mães.

O crime causou comoção na cidade e chocou moradores. A divulgação na grande imprensa foi questionada mais cedo, porque mesmo antes da divulgação da nota pela SSPDS-CE, veículos de comunicação já tinham divulgado como o crime aconteceu, após uma das conselheiras tutelares envolvidas na apuração do episódio, vazar a informação antes mesmo dos órgãos de combate ao crime, como a Polícia.
Desde que soube do fato pela primeira vez, o Portal Revista Central trabalhou com bastante ética e profissionalismo, seguindo os conceitos do jornalismo profissional e esperando que a própria Polícia desse detalhes dos crimes. Nossa equipe não revelou a identidade das vítimas e se negou a divulgar o nome dos envolvidos, para preservar a integridade moral, física e psicológica. Até mesmo o nome do distrito onde o fato ocorreu fora omitido, uma vez que, a partir desta informação, poderia ser possível chegar até às vítimas.

Revista Central

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