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Visitante usa uma máscara com desenho do Mickey na reabertura da Disneyland de Tóquio Foto: ISSEI KATO / REUTERS. Em carta aberta, 239 pesquisadores vão cobrar mudança nas recomendações da Organização Mundial da Saúde.

New York Times, com agências internacionais. Atualizado em 05/07/2020 - 20:14

RIO – Cerca de 240 especialistas de 32 países assinaram uma carta aberta e que será veiculada na revista americana Clinical Infectious Diseases, na semana que vem, afirmando que há evidências de que o novo coronavírus, mesmo em partículas menores , está no ar e pode infectar as pessoas. Eles pedem que a Organização Mundial da Saúde (OMS) revise as recomendações sobre contaminação , segundo publicação no jornal The New York Times, deste sábado.

Na atualização mais recente lançada sobre a doença, no dia 29 de junho, a OMS,  afirmou que o novo coronavírus se espalha principalmente de pessoa para pessoa por meio de pequenas gotas expelidas pelo nariz ou boca, após tosse, espirro ou simplesmente uma fala.

Em entrevista ao jornal New York Times, cientistas e consultores da OMS disseram que a OMS, apesar das boas intenções, está fora de sintonia com a ciência e que, principalmente, seu comitê de prevenção e controle de infecções é lento na atualização de orientações e está vinculado a uma visão rígida e excessivamente médica das evidências científicas.

A matéria afirma que o novo coronavírus está encontrando novas vítimas em todo o mundo, em bares e restaurantes, escritórios, mercados e cassinos, dando origem a focos de infecção que confirmam cada vez mais o que muitos cientistas vêm dizendo há meses: o vírus permanece no ar em ambientes fechados, infectando aqueles nas proximidades.

O GLOBO

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