Bolsonaro não aceita parcela acima de R$ 300

O presidente Jair Bolsonaro avisou na noite dessa quinta-feira (11), por meio das redes sociais, que não mais aceitará parcelas do auxílio emergencial com valor acima de R$ 300. Segundo o presidente, a ajuda a desempregados, trabalhadores autônomos e mães solteiras não poderá deixar o Brasil com uma "dívida impagável".

NOTÍCIAS 12/06/2020 às 10:54

Após duas parcelas no valor de R$ 600, o auxílio emergencial poderá ser ampliado por mais dois meses, de acordo com proposta que tramita no Congresso Nacional. Senadores e deputados já acenaram pela manutenção do atual valor. O governo federal ainda não enviou sua proposta, quando espera negociar com as duas casas legislativas o valor de R$ 300.

Ao fazer uma rápida crítica ao Judiciário, "que, no meu entendimento, não tinha que interferir (nas ações do Executivo)”, Bolsonaro afirmou que os três Poderes são responsáveis para que o país não quebre economicamente.

"Se pagar mais duas (parcelas) de R$ 600, vamos ter uma dívida cada vez mais impagável. É o veto", avisou Bolsonaro.

Para o deputado federal cearense José Airton Cirilo (PT), Bolsonaro ainda não entendeu que o Executivo não pode governar sozinho, em uma democracia, e que o legítima representante do povo é o Legislativo.

Cirilo aponta que o verdadeiro problema de recursos do país são os juros da dívida bancária, não as políticas sociais. O parlamentar ressaltou que o PIB brasileiro é de R$ 3,5 trilhões, quando mais de R$ 1 trilhão vai para o pagamento com os bancos.?

Fonte: www.frissonnews.com.br

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