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Para Quirino falta uma liderança política que atenda aos anseios da população em Aracati
Em Maio 18, 2020. Afastado momentaneamente da política por questões particulares, Antônio Quirino, lamentou, neste domingo (17), a morte de quatro pessoas pela Covid-19 no município de Aracati e classificou o número crescente de infectados pelo coronavírus (115 até o momento) como um desastre e falta de comando na saúde pública do município.

Para Quirino, com os recursos que dispõe em caixa, o prefeito Bismarck Maia poderia ter feito muito mais pela população, sobretudo a mais carente. “É uma gestão distante das prioridades. Em vez de fazer o dever de casa, que era reaparelhar o nosso hospital e prepará-lo para a pandemia aqui no nosso município, Isso é inadmissível num momento crítico como esse que passamos”, disse Quirino.

Segundo Quirino, o prefeito faz política em meio à pandemia na medica em que o vírus só cresce. “Um exemplo disso é a entrega das cestas básicas para seus conhecidos e eleitores. Se fosse um auxílio para os milhares de trabalhadores aracatienses que perderam seus empregos, a prefeitura teria comprado 50 mil cestas para distribuir à população e não 12 mil, que não foram totalmente distribuída, segundo o próprio prefeito afirmou em sua live. Dinheiro não lhe falta para isso”, lembrou.

Na visão de Quirino três coisas distanciam a gestão do povo: o ódio, a maldade e maledicência.

“Odiar é entristecer-se com algo que lhe fizeram ao ponto de prejudicar e entristecer o outro. Spinoza, filósofo que mais compreendeu a alma humana, afirmou que o ódio não é senão a tristeza acompanhada de uma causa exterior. Aquele que odeia esforça-se por afastar e destruir a coisa que odeia. É o que vemos em Aracati. Já a maldade, por sua vez, está intimamente ligada ao egoísmo. Os maledicentes são os que se encarregam de anunciar o mal que há no entorno, não para amenizá-lo, mas para propagá-lo. É o marqueteiro da sinceridade maldosa. Caluniar é o prazer da sua existência. Provavelmente é um tipo de pessoa que você conhece bem e procura evitar”, explica Quirino.

Antônio Quirino disse não concordar com o modelo de gestão do atual mandatário, uma vez que as pessoas não são valorizadas, na sua visão, e que toda a sociedade é colocada em segundo plano. “As pessoas, os nossos funcionários públicos, nunca são valorizados, não há respeito às instituições, não se valorizam as lideranças comunitárias, os vereadores. O Aracati hoje passa por um momento muito difícil, e falta uma liderança política que atenda aos anseios da população”, disse Quirino.

Por Folha do Aracati

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