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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Carnaval. O que conta! Qualidade ou quantidade?

Bruno Schier
Infelizmente muitos não tem noção como o carnaval de Fortim e Itaiçaba no interior do Ceará são animados. Muitos preferem a tranquilidade para passar com a família. A multidão que toma conta do período carnavalesco em Aracati é desproporcional pela falta de estrutura e o valor gasto numa festividade de cinco dias. Brigas, assaltos, roubos, furtos, podridão resultado do acúmulo de urina nas vias públicas e até nas portas das residências e pontos comerciais. Imoralidade, falta de respeito e casos de abuso sexual.
O trânsito, uma verdadeira loucura, onde quase todas as leis são infrigidas. A poluição sonora toma conta dos quatro cantos do município e àqueles que esperam por algumas horas de sossego, ficam apenas esperando. Os enfermos adoecem mais e temem até sair de casa e se arriscar ir a um único posto da UPA e dividir a sala de espera com crianças de todas as idades e quase nunca tem um pediatra. Após o carnaval, o quadro se agrava devido ao surto de viroses. As ruas, praças e becos passam mais de um mês encardidos e com fedor insuportável, que ao aquecer pelo sol o morador da cidade inala o vapor da lama esverdeada ainda resquícios de urina.

Não falo isso só para a atual administração. Falei para as administrações passadas e falarei o mesmo para os futuros gestores. Há tempos que estão confundindo quantidade com qualidade. Esses é a verdadeira realidade e fórmula do carnaval de Aracati no Ceará.

Por Sandro Guimarães

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