Em cordel. Caso Daniele e João Elias que capturou Zé do Valério.



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Luz chamada Daniele ,
Me permita escrever em Cordel.
O começo e o fim desta história:
De um homem corvarde e cruel.
O autor do seu assassinato,
"Zé do Valério" nome exato,
Que nunca ganhará o
céu .

Zé do Valério trabalhava
No sítio era zelador caseiro,
Para a família da universitária
Era homem honesto e verdadeiro.
Pois eles nunca ali pensava,
Que dentro de sua casa, estava
um criminoso vaqueiro.

Daniele jovem sonhadora
Universitária estudante,
Tinha uma loja na cidade
Com um futuro brilhante,
No sítio morava com os pais
Ajudava nos fazeres a mais ,
Da agricultura era amante.

Com o Zé do Valério!
No sítio ela convivia,
"Zé" sempre por perto estava,
Por Daniele tinha simpatia
E sem motivo ou questão,
Arma tocaia faz uma armação
No fim da tarde de um  dia .

Este dia foi 24 de abril,
Nesta referida data !
Jovem Daniele desaparece,
Sem deixar rastros na mata .
Em casa estava sozinha,
Nem uma maldade tinha,
Não fazia brincadeira chata.

Ao voltar da cidade:
Seu pai não lhe vê  mais ,
Procurou em todas as partes
No seu sítio e em outros quintais.
Só a moto da filha estava,
Por onde Daniela andava
Tudo estava estranho demais.

Sem deixar uma explicação,
Daniela da casa desapareceu.
Deixou toda a família aflita,
E pergunta: O que será que aconteceu?
E nada do caseiro Zé do Valério,
Na noite começa o mistério,
E o dia 25 de abril amanheceu.

As buscas continuaram,
Por toda área e região,
A polícia já estava acionada
Juntamente com a população,
A jovem foi encontrada
Estava morta desamparada,
O Corpo foi localizado pelo seu irmão.

Com marcas de agressão,
Assim a Daniela foi encontrada,
Abalou toda Pedra Branca
Da forma que foi assassinada,
E começou a investigação
"Zé" era a única opção:
Tinha sumido na noite passada.

Trabalho da perícia Forense,
Com base em tomografia,
Chegou a desenvolver imagem
Do Zé Valério da covardia,
Cabeça raspada sem barba
Outra imagem chapéu com barba,
Assim a polícia sua imagem divulgaria.

Para a justiça do Ceará;
"Zé" já era um foragido,
Meliante perigoso solto,
Estava na mata escondido,
Várias operações e caçadas
Na noite , dias e madrugadas,
Polícias procurava o Bandido.

Várias cidades da região,
Zé do Valério percorreu.
Durante toda sua fuga,
Dentro da mata sobreviveu.
Invadiu casas andou roubando
Comida e água sempre levando,
"Um cangaceiro em Zé nasceu".

Trocou tiros em sua fuga,
Com as volantes policial.
Se escondia dentro da mata,
Conhecedor da região e local.
Pela sua vida de vaqueiro,
Foi fácil encontrar paradeiro 
Deixando para trás nenhum sinal.

Percorreu quase 300  km,
Perseguido por cidades.
De pedra Branca a independência,
Em Crateús não fez amizade,
Na cidade Senador Pompeu,
Buritis dos Montes aconteceu
Sua captura com facilidade.

Fim da saga chegava,
Zé com muita sede e fome.
No cercado de João Elias
Do sertanejo o seu nome.
Nele " Zé" veio a confiar:
Onde começou a conversar.
uma faca Elias  desarmor o "homem".

Zé do Valério sem arma,
Os crimes ali conversou.
Que tinha matado duas mulheres
Elias Inteligente o escutou,
Depois deu lhe água e comida
Colocou remédio na medida,
Com DIAZEPAN "Zé" torto ficou.

Depois de dois dias 
Elias fez grande armação,
Trousse a polícia onde Zé tava
E foi dada a voz de prisão:
Em fuga de dois mês.
Um  agricultor camponês,
Num bandido colocou a mão.

No "Piauí" foi capturado,
Transferido para o Ceará .
Com a ajuda de João Elias
Declamo aqui e declamo lá 
Que a justiça agora seja feita
Zé na cadeia é uma fera besta
Um "psicopata" que vai mofá.

João recebeu agradecimento,
gratificação e ótima recompensa,
Da família da jovem Daniela
Passou no jornal e imprenssa,
"Você aliviou nossa grande dor".
Mãe de Daniele exclamou.
Que a justiça agora vença.

Poeta Mateus de Jaguaruana
Contato com o autor (88)99255.9736
E-mail mateuspoetadosaojose@gmail.com Publicidade