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Brasília -  Quatro testemunhas que seriam ouvidas nesta quarta-feira no julgamento do crime de improbidade administrativa conhecido como escândalo dos “dólares na cueca” foram dispensadas pela defesa dos réus. A Justiça Federal começou a ouvir os envolvidos no início desta semana. O processo corre em segredo de justiça e está na fase de instrução – quando são reunidas evidências e informações.

Os advogados do deputado federal José Nobre Guimarães (PT-CE) e do ex-presidente do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Roberto Smith, desistiram dos depoimentos do ex-deputado estadual pelo PT, Eudoro Santana, dos funcionários do BNB José Valter Bento de Freitas e Haroldo Cesar Frota Bezerra, e de Andrea Lucetti, ex-funcionária da Assembleia Legislativa do Ceará. De acordo com o advogado Hélio Leitão, que atua na defesa de Guimarães, essa dispensa é “normal”. “No curso do processo, a partir do que pude conversar com essas testemunhas, entendemos que elas não iriam influir no julgamento”, afirmou à reportagem do iG.  CONTINUE LENDO